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A construção da autoimagem é um caminho sem destino definido que começamos a percorrer desde muito cedo. Tudo pode se tornar referência, especialmente figuras com as quais nos reconhecemos. Essa era uma questão para as irmãs, que sentiam falta de registros de beleza asiática na adolescência. Hoje, usam a plataforma delas para aquecer a conversa sobre representatividade e valorização dos próprios traços.

<span class=”hidden”>–</span>Two Lost Kids/CLAUDIA

“Aprendemos a nos maquiar sozinhas porque não encontrávamos profissionais que realçassem os nossos olhos sem usar truques para parecerem maiores ou mais redondos. Agora, meninas nos mandam mensagens dizendo que se encontraram vendo as nossas fotos”, explicam. Também dividem nas redes o processo de aceitação do próprio corpo e da pele. “Acreditamos que beleza tem a ver com se sentir bonita do jeito que você é.”

<span class=”hidden”>–</span>Two Lost Kids/CLAUDIA

Autenticidade é a marca registrada da dupla, que se inspira principalmente no cinema. “A cineasta Agnes Varda, por exemplo, que já era tão fora da caixinha para a época, é uma referência. Também gostamos do trabalho de simetria do Wes Anderson.” O projeto de Gabriela e Thalita nasceu da vontade de compartilhar suas criações, inspiradas nessas figuras – as duas começaram em 2011. “Temos habilidades artísticas que funcionam combinadas, além de gostos parecidos. Nossa conexão é muito forte”, contam. Aqui, elas protagonizam um ensaio feito com exclusividade para CLAUDIA.

<span class=”hidden”>–</span>Two Lost Kids/CLAUDIA

FICHA TÉCNICA

Coordenação: Isabella Marinelli
Beleza, concepção visual e fotos: Gabriela e Thalita Zukeram

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